Começo o blog com um parágrafo retirado de um livro de Irvin D. Yalom, Mamãe e o sentido da vida. Eu sou suspeita pra falar do autor, que escreveu um dos meu livros preferidos (A cura de Schopenhauer) e costuma abordar um tema que eu adoro: minha querida psicologia! O parágrafo eh sensacional (é, não acho palavra que o descreva melhor). Não falarei mais, ele falará por mim:
O sentido da vida? O sentido da minha vida. Os próprios livros empilhados e balançando na mesa de mamãe continham respostas pretensiosas a essas perguntas. "Somos criaturas que buscam sentido", escrevi, "que têm de lidar com o inconveniente de serem lançadas num universo que, intrinsecamente, não tem sentido algum". E assim, para evitar o niilismo, expliquei, temos de embarcar numa tarefa dupla. Primeiro, inventamos ou descobrimos um projeto que dê sentido à vida e seja vigoroso o bastante para sustentá-las. Depois, precisamos dar um jeito de esquecer nosso ato de invenção e nos convencer de que não inventamos, e sim descobrimos, o projeto que dá sentido à vida - convencer-nos de que ele tem uma existência independente "lá fora".
Espero que tenham gostado, ele é ótimo pra refletir...
Ate o próximos post
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