Já que esse blog é sobre paixões, vou falar um pouco sobre uma que parece ser uma das minhas maiores: PROBLEMAS! É impressionante, parece que eu gosto, eu atraio. Problemas todo mundo tem, frase clássica da sabedoria popular, mas hoje eu tive um dos piores (senão o pior) dia da minha vida. O dia começou pra mim quanto tive que acordar no meio da madrugada pra ajudar minha mãe que chorava de dor, causada por câimbras. Por conta disso, fui dormir as 04h30min da manha e teria que acordar às 5hs. Logicamente, não acordei e não fui pra faculdade, perdendo assim uma aula super importante, que eu não deveria ter faltado. Mais tarde acordei assustada por conta de um sonho ruim e de uma forte dor de ouvido. Mas, após um remedinho pra solucionar a dor, pensei q teria um bom dia. Ledo engano. Levantei, almocei e comecei a sentir uma forte dor na perna, que nem mesmo eu estando deitada melhorava. Menos de uma hora depois eu já estava chorando de dor e ligando para meu namorado. A dor piorava e ele não chegava. Liguei para uma tia e pedi para que ela viesse pra me acompanhar até o médico, pedido que ela prontamente atendeu. Fomos. Lá me deparei com um medico maluco, que passou a consulta toda falando de religião, de me curar através da mente, me dando esporro enquanto eu sofria uma intensa dor. Passei todo o tempo da consulta chorando. De lá fui (tentar) tomar os remédios que ele tinha receitado; outro desastre. Como acontece comigo desde que me entendo por gente, nenhum enfermeiro consegue achar minha veia antes de me furar algumas muitas vezes. Dessa vez não foi diferente, fui furada 3 vezes antes de conseguirem achar a veia. Uma vez essa parte resolvida, fomos embora, procurar um lugar para comer e um para fazer o exame; não conseguimos o exame onde o médico tinha indicado. Voltei pra casa e tive que ouvir todas as minhas tias me dando esporro e lições de moral que eu, na verdade, nem merecia. Mais algumas horas de choro. No fim da noite recebi a visita de um amigo lindo *-* que aliviou muito meus pensamentos tão confusos nesse dia infernal. Mas, como não poderia deixar de ser, tinha que rolar mais um imbróglio com o namorado, pra me deixar destruída. Agora, às 2:10, com essa situação já resolvida e a cabeça mais calma, ouvi duas lindas músicas que fazem MUITO sentido pra mim nesse momento. Deixo com vocês ‘Nada por mim - Paralamas do Sucesso e Renato Russo’ e ‘Metal contra as nuvens – Legião Urbana’.
“Você me tem fácil demais mas não parece capaz de cuidar do que possui.“
Poucas séries conseguem me fazer gargalhar tanto quanto Modern Family, por isso resolvi escrever sobre ela aqui. O season finale, Family Portrait, foi um dos episódios com melhor enredo dessa primeira e deliciosa temporada. Achei, no começo, que seria um episódio chato, por achar que seria focado no Phil, mas até a parte dele com Glória no jogo e sua confusão mental na hora de falar com o jogador foram boas. Assim como os perfeccionismos de Claire que tentou resolver um problema pendente durante toda a temporada: o conserto do degrau (que já havia causado vários acidentes engraçados). A confusão das cuecas protagonizada por Jay e Manny também foram uma graça a parte. Gloria, que costuma se destacar nos episódios, ficou um pouco apagada nesse, mas teve bons momentos de gritaria com Jay. Adorei o reconhecimento recebido por Cam, que cantou lindamente no casamento. Mas a melhor cena certamente foi a luta de Mitchell pra vencer o seu medo de pombos e conseguir pegar o leite de Lily. Já estava rindo muito com ele gritando e se enrolando com o pombo, mas a hora em que ele começa a destruir a casa sem conseguir acertar o animal com Cam cantando Ave Maria ao fundo, foi uma das melhores cenas que já vi. A única parte arrastada foi mesmo Jay contando suas historias do anos 60, quase todas falsas, para Luke. Os mal entendidos ocorridos na família formaram a ponte para o final do episodio. Era claro, desde o início, que a tão esperada foto não sairia perfeita como Claire queria. Mas mesmo sendo tão previsível, o final conseguiu ser emocionante. Pra quem tem família numerosa e problemática como a minha, esse episódio conseguiu demonstrar bem como é difícil lidar com pessoas tão diferentes no ambiente familiar. Jay assumiu finalmente seu papel de pai e tentou ajudar os filhos a se ajustarem. Em suma, tivemos um final engraçado, emocionante, digno dessa primeira temporada. A foto, com todos sujos, sorrindo e se abraçando demonstra exatamente o que vimos nessa temporada: uma família moderna, confusa e muito divertida!
Bom, começarei os trabalhos pro esse excelente show/homenagem.
A interpretação do Seu Jorge em ‘País tropical’ e simplesmente sensacional. Com toda a malandragem que a musica exige. A interpretação de Samuel Rosa em ‘Carango’me surpreendeu MUITO! Espera algo mais pra baixo mas ele conseguiu captar exatamente o espírito da coisa.
Eu ate gostei do Marcelo D2, mas achei o 'rap' que foi introduzido na musica (Nem vem que não tem) desgastante, principalmente pra quem acompanha o D2 e sabe que ele usa esse rap em varias de suas musicas.
Na sequência temos a Mart'nália, cantora que eu gosto e admiro muito, mas que não foi feliz em sua interpretação de ‘Mamãe passou açúcar em mim’. Faltou um pouco de firmeza pra sustentar, não só a voz que parecia sumir em alguns momentos mas também o swing que se faz tão presente nas musicas do mestre.
O Simoninha, como sempre, comprovando que herdou o talento, graça, swing e simpatia do pai. E, como se ‘Aqui é o país do futebol’ não fosse bom o suficiente, ele ainda incrementou a faixa com uma musica de forte apelo popular. Ficou SENSACIONAL!
‘Meia volta’ e o momento mais calmo do show e conta com boa interpretação de Rogério Flausino, que não foi muito exigido... Seguindo temos ‘A Tonga da mironga do kabuletê ‘com Fernanda Abreu que, acostumada a exageros, até que fez um bom trabalho. A música ficou suave e bem gostosinha de ouvir, de dançar.
Max de Castro me passa sempre a impressão de ‘câmera lenta’, inclusive em ‘Meu limão, meu limoeiro’, mas foi bem empático com o público, fazendo-o cantar junto o que deixou a musica com um tom de lembrança e divertimento por parte da platéia. Não posso deixar de comentar a ótima apresentação dos metais no final da musica, colocando a música pra cima e dando um que de perfeição.
Diogo Nogueira faz bonito em ‘Está chegando a hora’. Com uma levada mais samba, sua especialidade, ele dá seu tom a um clássico do carnaval carioca. Péricles com sua voz forte e Thiaguinho com sua voz leve e envolvente, também fazem bom trabalho com o samba-funk de Na galha do cajueiro., deixando a faixa com um gostoso tom dançante.
Frejat só tinha uma função: não estragar uma música tão boa quanto ‘Vesti azul’. E ele conseguiu cumpri-la. E fez mais; a deixou leve, mas com uma leveza que não interfere na melodia. Da Maria Rita, gosto muito da voz, bonita e geralmente bem usada por ela. Mas em ‘Que maravilha’, ficou exagerado. Essa canção merecia uma voz mais tranqüila e, de preferência, masculina.
Também não gostei de ‘Mustang cor de sangue’ com Os Paralamas do Sucesso. Achei os metais muito altos para a voz do Herbert. Os mesmos metais estão impecáveis em ‘Balanço Zona Sul’ com Sandra de Sá, que não teve uma de suas melhores exibições...
A Orquestra Imperial faz seu show em ‘Terezinha’. Eles estão acostumados a gravar esse tipo de música e arrebentam sempre! Ed Motta também torna ‘Lobo bobo’ uma musica tão sua que parece ter feita pra sua potente voz. E seu swing herdado do tio, claro! Metais excelentes, mais uma vez.
‘Remelexo’ ficou gostosa de ouvir na voz de Caetano Veloso, mas achei que os metais estavam, novamente, altos demais para a voz dele. Alexandre Pires fez um bom papel em ‘Sá Marina’, lembrando que não é muito o estilo dele musicas com todo esse swing. A voz pode ate sustentar, mas falta um bom toque de alegria.
Já ‘Zazueira’, com Lulu Santos, é uma historia a parte. Em todo o cd ninguém mudou tanto a musica quanto ele. Perdeu-se a identidade, a melodia, mas ganho-se muita modernidade. E ficou bom! Não melhor que a original, mas bom pra dançar e envolver o publico com algo inovador que e especialidade de Lulu.
Só não posso deixar de comentar a falta de cantores que sempre homenagearam e regravaram Simonal como Pedro Mariano, João Sabiá e outros. Mas no total, o cd é uma bonita homenagem feita pelos filhos Simoninha e Max de Castro, depois de tudo que viram o pai passar injustamente. Você merece, mestre Simonal!